domingo, 2 de junho de 2013
Até tu Rony ?
Talvez contaminado pela enxurrada de babaquices proferidas pelo "maestro" Galvão Bueno, Ronaldo começou mal a carreira de comentarista da Globo. Perguntado se estava gostando da Seleção Brasileira por Galvão, Ronaldo disse o seguinte: O Brasil precisa ter mais calma na posse de bola, o campo do Maracanã é grande e vai sobrar espaço a qualquer momento.
Que eu saiba, os campos que vão ser usados na Copa Das Confederações são todos do mesmo tamanho, 105x68 mts, padronizados pela toda poderosa FIFA. Até tu Ronaldo ???
O que é bom senso?
Era legal, de direito e de fato a exigência da CBF com relação à apresentação dos jogadores do Bayern na Seleção Brasileira um dia antes da final da Copa da Alemanha entre Bayen de Munique e Stuttgart, segundo regras da FIFA, que da o direito dos países exigirem a apresentação de seus atletas 14 dias antes de uma competição oficial.
A CBF exigiu que o clube alemão liberasse a dupla antes da disputa da final da Copa da Alemanha. Após negociação, o Bayern enfim aceitou o pedido da entidade na quinta-feira, mas sob protestos. O diretor Karl-Heinz Rummenigge, ídolo em Munique, classificou como "desumana e inaceitável" a postura de Luiz Felipe Scolari, que não aceitou a apresentação de ambos após a partida.
Agora eu pergunto: Exigir a presença de 2 atletas que lutaram a temporada inteira para chegar numa final pra disputarem um amistoso e ficar no banco de reservas ??? Não é a toa que esse Sr. conseguiu rebaixar o Palmeiras após 19 mêses de trabalho facassado. O Sr. Luiz Felipe Scolari definitivamente não sabe o significado da expressão BOM SENSO.
Não dá pra elogiar...
Nem bem terminava um post elogiando a nova camisa do Santos que estreava contra o Grêmio na Vila, afinal, ela trazia duas faixas na manga em preto e amarelo, totalmente fora do padrão todo branco do Peixe. Eu ia dizer que apesar de pouco usual, havia ficado bonito, pois numa camisa toda branca, é muito difícil de inovar com detalhes, e sabemos que por conta do marketing agressivo dos dias atuais, a mudança se faz necessária.
Pois bem, voltando ao início, nem bem acabava de "molhar o bico", o Santos entra em campo e pra espanto de todos com um número cinza claro estampado numa camisa branca !!! Pode isso Arnaldo ??? Como a gloriosa Nike me dá uma dessas ??? Ninguém enxergava nada, só quando dava-se aquele close no jogador. Terrível !
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Copa da FIFA
Me chamou muito a atenção, o fato da FIFA ter vetado o anúncio do nome original do estádio de Brasília para a Copa, o nosso "Mané Garrincha". É certo que a FIFA ajuda a organizar, dita as regras, estipula parâmetros, manda e desmanda nos organizadores, é o tal de "caderno de encargos", só que daí, à mandar trocar o nome de um dos maiores jogadores de futebol do planeta, do estadio de Brasília, é muito pra qualquer cabeça.
A "toda poderosa do futebol", com o objetivo maior de padronizar o esporte, vem enfiando os pés pelas mãos. Uma coisa é padronizar o esporte no campo da ética, regra e disciplina; acho justo, nisso tem que haver todo o rigor possível, se não a maionese desanda, só que o futebol só é o que é, por ser um esporte mundial, que é jogado em qualquer lugar do planeta em quaisquer condições ou até, sem nenhuma condição.
Uma coisa, é você padronizar a segurança, o peso da bola, a qualidade da grama, as regras como um todo. Outra coisa é você querer dar nome a obra alheia, determinar o jeito de colocar a rede no gol, obrigar que o banco de reservas seja no nível do campo,obrigar um país e um povo a se adequarem aos moldes europeus.
Na Copa aqui no Brasil, você terá a impressão de estar vendo um jogo em um estádio qualquer da Europa, totalmente padronizado aos moldes da FIFA, tudo totalmente homogêneo. Acabou aquela rede do Maracanã e do Mineirão que a bola fazia "CHUÁÁÁ" quando entrava, acabou aquele gigante que abrigava
200 mil pessoas em dias de clássico, acabou até, com as chances do único estadio que tinha condições de abrigar jogos antes do anúncio da Copa, em detrimento da construção de um outro que quem vai pagar somos nós.
Como o Paraguai, a Colômbia, a Nigéria, a Guatemala e qualquer outro país que é filiado á FIFA poderá sediar uma Copa um dia ?
O futebol é um esporte mundial, mas a Copa do Mundo só pode sediar quem tiver muito dinheiro ou um país que tenha um povo muito desavisado ! Que Deus nos ajude !
A "toda poderosa do futebol", com o objetivo maior de padronizar o esporte, vem enfiando os pés pelas mãos. Uma coisa é padronizar o esporte no campo da ética, regra e disciplina; acho justo, nisso tem que haver todo o rigor possível, se não a maionese desanda, só que o futebol só é o que é, por ser um esporte mundial, que é jogado em qualquer lugar do planeta em quaisquer condições ou até, sem nenhuma condição.
Uma coisa, é você padronizar a segurança, o peso da bola, a qualidade da grama, as regras como um todo. Outra coisa é você querer dar nome a obra alheia, determinar o jeito de colocar a rede no gol, obrigar que o banco de reservas seja no nível do campo,obrigar um país e um povo a se adequarem aos moldes europeus.
Na Copa aqui no Brasil, você terá a impressão de estar vendo um jogo em um estádio qualquer da Europa, totalmente padronizado aos moldes da FIFA, tudo totalmente homogêneo. Acabou aquela rede do Maracanã e do Mineirão que a bola fazia "CHUÁÁÁ" quando entrava, acabou aquele gigante que abrigava
200 mil pessoas em dias de clássico, acabou até, com as chances do único estadio que tinha condições de abrigar jogos antes do anúncio da Copa, em detrimento da construção de um outro que quem vai pagar somos nós.
Como o Paraguai, a Colômbia, a Nigéria, a Guatemala e qualquer outro país que é filiado á FIFA poderá sediar uma Copa um dia ?
O futebol é um esporte mundial, mas a Copa do Mundo só pode sediar quem tiver muito dinheiro ou um país que tenha um povo muito desavisado ! Que Deus nos ajude !
domingo, 26 de maio de 2013
Voltamos !
Depois de alguns longos meses de ausência, estamos de volta. Por motivos diversos, tive que interromper as postagens do blog por quase um ano. Posso dizer que nesse longo período, a vontade de compartilhar as opiniões era imensa, infelizmente nao foi possível, mas agora vamos tocar a bola pra frente, pois a Copa esta logo ai e as opiniões sobre cada tema são inúmeras. Boa sorte pra nos.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Alma lavada II
Exatamente uma semana depois do Corinthians conquistar seu titulo mais importante, o Palmeiras tornou-se Bi-Campeão da Copa do Brasil.
O título da postagem podería ter varios nomes, mas a frase "alma lavada" talvez seja a melhor tradução para ambos os titulos conquistadados pelos dois arqui-rivais. O Corinthians, pelo simples fato de nunca ter sido campeão da Libertadores anteriormente e o Palmeiras, por vir de um longo período de insucessos.
Com um futebol feio e pragmático, porém eficiente, Felipão transformou um time medíocre em campeão invicto. Especialista em mata-matas, Felipão colocou na cabeça dos atletas que era sim possível ser campeão, fechou o grupo, armou um time especializado em não deixar o adversário jogar e contou com as bolas paradas do magnífico Marcos Assunção, responsável pela criação de 70% dos gols do Palmeiras na competição.
Hoje, de alma lavada, o palmeirense pode sim gritar, SOU CAMPEÃO ! Ainda mais se contarmos o tom de dramaticidade levado para essa final, sem seus principais jogadores machucados e suspensos, o Palmeiras levou a campo um time de operários, dispostos a todo custo não deixar escapar o sonhado título, e ele não escapou. Avanti Palestra !!!
O título da postagem podería ter varios nomes, mas a frase "alma lavada" talvez seja a melhor tradução para ambos os titulos conquistadados pelos dois arqui-rivais. O Corinthians, pelo simples fato de nunca ter sido campeão da Libertadores anteriormente e o Palmeiras, por vir de um longo período de insucessos.
Com um futebol feio e pragmático, porém eficiente, Felipão transformou um time medíocre em campeão invicto. Especialista em mata-matas, Felipão colocou na cabeça dos atletas que era sim possível ser campeão, fechou o grupo, armou um time especializado em não deixar o adversário jogar e contou com as bolas paradas do magnífico Marcos Assunção, responsável pela criação de 70% dos gols do Palmeiras na competição.
Hoje, de alma lavada, o palmeirense pode sim gritar, SOU CAMPEÃO ! Ainda mais se contarmos o tom de dramaticidade levado para essa final, sem seus principais jogadores machucados e suspensos, o Palmeiras levou a campo um time de operários, dispostos a todo custo não deixar escapar o sonhado título, e ele não escapou. Avanti Palestra !!!
sexta-feira, 6 de julho de 2012
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Alma lavada
O corintiano está de alma lavada, depois de 102 de vida, agora ele pode gritar:
_ Sou campeão da Libertadores !!!
Campeão com todos os méritos, campeão na bola, na raça, na dedicação, na disciplina, no planejamento e na malandragem. Dessa vez, o Corinthians conseguiu reunir todos os ingredientes necessários para uma conquista do tão cobiçado troféu, pois ganhar uma Libertadores vai muito mais além de jogar um bom futebol, tem que ter alma, inteligência e muita raça, qualquer um desses ingredientes sozinho não adianta, é a soma de todos.
E o título não podería ter melhor enredo, dentro de um Pacaembú lotado, contra o temido Boca Juniors (o bicho papão de brasileiros)e invicto ! Nem o mais sonhador alvi-negro podería imaginar tempos atrás, um desfecho como esse, mas hoje, isso é a pura realidade.
Na sabedoría de Tite, no tamanho de Cassio, na experiência de Alessandro, na liderança de Chicão, no vigor de Castan, na tarimba de Fabio Santos, na força de Ralph, na bola de Paulinho, na vontade de Alex, na categoria de Danilo, na doação de Jorge Henrique, na malandragem de Emerson, na estrela de Romarinho e na Alma de 30 milhões de loucos... C H U P A !!! Aqui é C O R I N T H I A N S !!!
_ Sou campeão da Libertadores !!!
Campeão com todos os méritos, campeão na bola, na raça, na dedicação, na disciplina, no planejamento e na malandragem. Dessa vez, o Corinthians conseguiu reunir todos os ingredientes necessários para uma conquista do tão cobiçado troféu, pois ganhar uma Libertadores vai muito mais além de jogar um bom futebol, tem que ter alma, inteligência e muita raça, qualquer um desses ingredientes sozinho não adianta, é a soma de todos.
E o título não podería ter melhor enredo, dentro de um Pacaembú lotado, contra o temido Boca Juniors (o bicho papão de brasileiros)e invicto ! Nem o mais sonhador alvi-negro podería imaginar tempos atrás, um desfecho como esse, mas hoje, isso é a pura realidade.
Na sabedoría de Tite, no tamanho de Cassio, na experiência de Alessandro, na liderança de Chicão, no vigor de Castan, na tarimba de Fabio Santos, na força de Ralph, na bola de Paulinho, na vontade de Alex, na categoria de Danilo, na doação de Jorge Henrique, na malandragem de Emerson, na estrela de Romarinho e na Alma de 30 milhões de loucos... C H U P A !!! Aqui é C O R I N T H I A N S !!!
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Milagres da bola - A paixão de Rick
Vale a pena reproduzir aqui o texto escrito por Eduardo Maluf para o Estado de São Paulo e enviado a mim pelo Tricolor Rui Stefanelli, mais uma estória que só a paixão pelo futebol pode traduzir, aproveitem !
EDUARDO MALUF - O Estado de S.Paulo
O futebol voltou, os campeonatos pelo Brasil tiveram início e a alegria dos domingos está de novo estampada na fisionomia do torcedor. Mas não é sobre isso que vou escrever. Um jantar, com um casal de amigos, me fez mudar de tema. O personagem desta coluna é Carlos Henrique, filho de Oilson (advogado e palmeirense) e Oneli (professora), o casal a que me refiro no parágrafo anterior. O garoto nasceu em 1978 com paralisia cerebral. Os médicos lhe davam poucos anos de vida. Sua saúde era frágil, os movimentos nas pernas e nos braços praticamente não existiam. A visão não lhe permitia enxergar mais do que vultos e a fala o impedia de se comunicar.
Por suas limitações, Carlos se transformou no centro da família, o responsável por reunir irmãos, tios, primos em fins de semana, feriados, aniversários. Seu dia a dia era difícil, assim como o de seus pais, guerreiros na luta contra a doença invencível. Semana sim, semana não, o menino tinha de ser levado ao hospital, com pneumonia ou outros problemas decorrentes de sua baixa imunidade.
Mas Rick, como os mais chegados o chamavam, não era infeliz. Ao contrário. Vivia a distribuir sorrisos, pouco reclamava. Uma das grandes razões de sua alegria era o São Paulo Futebol Clube. Aos 12 anos, apaixonou-se pelo esporte e se tornou fanático torcedor, motivado provavelmente pelas glórias daquele timaço dirigido por Telê Santana, bicampeão da Libertadores e bicampeão mundial (1992-93).
O são-paulino não enxergava e tinha pouca noção do tempo. Quando se aproximava o horário do futebol, no entanto, ficava inquieto, fazia sinais de que queria ir para a frente da TV. "Não sabemos como, mas ele sentia a hora em que o jogo iria começar'', conta a mãe. "Naquela época, a partida da TV era aos sábados, às 4 da tarde. Talvez percebesse o dia por marcar o Globo Repórter nas noites de sexta-feira.''
Quando estava no parque ou no shopping, "exigia'', por meio de gestos, voltar para casa. Se estivesse na residência de amigos ou familiares, buscava um televisor ligado. Não poderia deixar de torcer por Müller, Raí, Cerezo, Zetti, Rogério... Rick conseguia ver vultos na TV, mas a diversão, mesmo, era escutar a narração. "Se puséssemos na Globo, ele reclamava, porque queria ouvir a transmissão do Luciano do Valle na Band'', diz o pai.
O fato mais intrigante talvez tenha ocorrido na decisão dos dois Mundiais, em 92 e 93. As partidas, contra Barcelona e Milan, realizadas no Japão, ocorreram na madrugada do Brasil. Mesmo sem falar, ver ou se comunicar, tinha a informação precisa do horário daqueles jogos e se recusava a ir para a cama antes de acompanhá-los. Ninguém - médico, psicólogo, teólogo - foi capaz de explicar o fenômeno a Oilson e Oneli.
Rick não pôde vibrar com o tri mundial, conquistado em 2005. Morreu quatro anos antes. Sua vida, porém, teve muitos momentos de felicidade, grande parte dos quais se deveu a uma simples bola de futebol.
EDUARDO MALUF - O Estado de S.Paulo
O futebol voltou, os campeonatos pelo Brasil tiveram início e a alegria dos domingos está de novo estampada na fisionomia do torcedor. Mas não é sobre isso que vou escrever. Um jantar, com um casal de amigos, me fez mudar de tema. O personagem desta coluna é Carlos Henrique, filho de Oilson (advogado e palmeirense) e Oneli (professora), o casal a que me refiro no parágrafo anterior. O garoto nasceu em 1978 com paralisia cerebral. Os médicos lhe davam poucos anos de vida. Sua saúde era frágil, os movimentos nas pernas e nos braços praticamente não existiam. A visão não lhe permitia enxergar mais do que vultos e a fala o impedia de se comunicar.
Por suas limitações, Carlos se transformou no centro da família, o responsável por reunir irmãos, tios, primos em fins de semana, feriados, aniversários. Seu dia a dia era difícil, assim como o de seus pais, guerreiros na luta contra a doença invencível. Semana sim, semana não, o menino tinha de ser levado ao hospital, com pneumonia ou outros problemas decorrentes de sua baixa imunidade.
Mas Rick, como os mais chegados o chamavam, não era infeliz. Ao contrário. Vivia a distribuir sorrisos, pouco reclamava. Uma das grandes razões de sua alegria era o São Paulo Futebol Clube. Aos 12 anos, apaixonou-se pelo esporte e se tornou fanático torcedor, motivado provavelmente pelas glórias daquele timaço dirigido por Telê Santana, bicampeão da Libertadores e bicampeão mundial (1992-93).
O são-paulino não enxergava e tinha pouca noção do tempo. Quando se aproximava o horário do futebol, no entanto, ficava inquieto, fazia sinais de que queria ir para a frente da TV. "Não sabemos como, mas ele sentia a hora em que o jogo iria começar'', conta a mãe. "Naquela época, a partida da TV era aos sábados, às 4 da tarde. Talvez percebesse o dia por marcar o Globo Repórter nas noites de sexta-feira.''
Quando estava no parque ou no shopping, "exigia'', por meio de gestos, voltar para casa. Se estivesse na residência de amigos ou familiares, buscava um televisor ligado. Não poderia deixar de torcer por Müller, Raí, Cerezo, Zetti, Rogério... Rick conseguia ver vultos na TV, mas a diversão, mesmo, era escutar a narração. "Se puséssemos na Globo, ele reclamava, porque queria ouvir a transmissão do Luciano do Valle na Band'', diz o pai.
O fato mais intrigante talvez tenha ocorrido na decisão dos dois Mundiais, em 92 e 93. As partidas, contra Barcelona e Milan, realizadas no Japão, ocorreram na madrugada do Brasil. Mesmo sem falar, ver ou se comunicar, tinha a informação precisa do horário daqueles jogos e se recusava a ir para a cama antes de acompanhá-los. Ninguém - médico, psicólogo, teólogo - foi capaz de explicar o fenômeno a Oilson e Oneli.
Rick não pôde vibrar com o tri mundial, conquistado em 2005. Morreu quatro anos antes. Sua vida, porém, teve muitos momentos de felicidade, grande parte dos quais se deveu a uma simples bola de futebol.
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Sem volta
Depois que a Adidas começou a confeccionar uma bola diferente no visual para a final da Copa do Mundo, a medida virou moda, um caminho sem volta para as pretensões do marketing esportivo atual. Medida essa copiada no Paulistão e outros campeonatos. Dessa vez mostramos aqui a bola que será usada na final da Champions desse ano. A Adidas lançou essa semana a bola oficial da final da Liga dos Campeões 2011/2012, que será disputada no dia 19 de maio em Munique, na Alemanha
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